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quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Serra promete tornar a Lei Feliciano federal

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Como lidar com a morte do seu animal de estimação

Conheça a rotina do primeiro ambulatório de cuidados paliativos para animais domésticos do país. Lá, os donos aprendem como oferecer tranquilidade e conforto para o período final da vida de seus bichos.

Veja reportagem da Época aqui

quinta-feira, 27 de maio de 2010

oa parte dos brasileiros prefere passar o Dia dos Namorados com o seu animal de estimação

Uma pesquisa realizada em vários países mostrou que, para um grande número de pessoas a companhia de uma animal de estimação é mais agradável do que a do parceiro. De acordo com levantamento feito pelo Instituto Ipsos, em parceria com a agência de notícias Reuters, 18% dos brasileiros entrevistados preferem passar o Dia dos Namorados com o seu próprio animal. O levantamento foi feito com mais de 24 mil adultos.

De acordo com a pesquisa, um em cada cinco adultos (21%) em 23 países (que representam 75% do PIB mundial) tem a mesma opinião. E a idade é o fator que chama a atenção na hora da opção. Os indivíduos mais velhos estão menos propensos a trocar o parceiro pelo animal de estimação, independentemente do sexo.

Os turcos (49% dos entrevistados) estão em primeiro lugar quando perguntados se trocariam o parceiro pelo animal de estimação, seguidos pelos indianos (41%), japoneses (30%), chineses (29%), americanos (27%) e australianos (25%).

Já os franceses, apesar do apreço pelos animais, preferem ficar com os humanos no Dia dos Namorados. Apenas 10% deles aceitariam a troca, seguidos pelos mexicanos (11%), holandeses (12%) e húngaros (12%).

Fonte: O Globo

domingo, 18 de abril de 2010

Situações imprevisíveis com animais

É de rolar de rir. Vale a pena assistir e ver que os animais também têm bom humor. Eu amei a parte em que o macaco que fica implicando o cachorro.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Os bichinhos sonolentos mais fofos da internet!

Esta seleção de vídeos feita pelo Blog Animal, da Revista Época, está genial com vários bichinhos "batendo cabeça" de tanto soninho... Dê uma olhada e encante-se com essas imagens!






















sexta-feira, 12 de março de 2010

Cinco motivos para adotar um animal

1. Não apenas cães e gatos provocam sensações positivas. Observar um peixe em um aquário pode ter efeitos semelhantes aos da hipnose, reduzindo a ansiedade em pacientes à espera de uma cirurgia, por exemplo. E melhor: aquários são obras vivas de decoração.

2. Tanto para adultos quanto para crianças, interagir com animais diminui a pressão arterial. “Essa relação acalma e também mobiliza a sair da inércia”, diz a psicóloga Denise Gimenez Ramos. Um estudo publicado no British Journal da Royal Society of Medicine sustenta que quem tem um bicho em casa reclama menos de pequenos problemas de saúde, por isso, é mais feliz.

3. Animais em geral também são bons aliados de adultos e crianças mais inibidos. “Para idosos, podem até ajudá-los a sair da depressão”, afirma Denise Gimenez Ramos. Com o peso desse argumento, recentemente, nos Estados Unidos, cães passaram a ser adotados em visitas hospitalares, com resultados visíveis na recuperação de pacientes.

4. Para a ciência, animais se integram tão facilmente em nossa vida porque possuem estruturas anatômicas idênticas às nossas. “Eles têm sensações, são inteligentes, têm memória e uma profunda sensibilidade de convívio com outras espécies e como ser humano”, analisa a médica veterinária Irvênia Prada.

5. Uma tese um pouco mais audaciosa sustenta até uma certa telepatia entre homens e animais. “O biólogo inglês Rupert Sheldrake, autor de Cães sabem quando seus donos estão chegando, diz que os cachorros se comunicam telepaticamente com os cuidadores humanos”, cita Irvênia Prada. Basta olhar fundo nos olhos deles para sentir essa interação mágica.

Fonte: Casa&Jardim

quinta-feira, 11 de março de 2010

Fim do verão: como livrar seu pet de pulgas e carrapatos

Leia a matéria na Revista Época. Clique aqui.

terça-feira, 9 de março de 2010

Triste e comovente: a fidelidade de um cão a seu melhor amigo morto

São cenas fortes, muito tristes, mas mostram o amor incondicional de um cãozinho por seu dono, já morto. Nunca vi nada parecido.


domingo, 7 de março de 2010

Mesmo sem casa após tremor no Chile, vizinhos ajudam animais abandonados

Em Cauquenes, famílias alimentam 4 cachorros e cerca de 20 gatos.
'Eles também são vítimas e de noite nos protegem', diz moradora.




Leia a matéria completa aqui

sábado, 6 de março de 2010

Animais sofrem com a ausência dos donos

filme ‘Sempre ao seu lado’ conta a história de Hachiko, cão da raça akita que ganhou uma estátua na estação de trem de Shibuya, no Japão, por sua lealdade e seu amor. Hachiko, que acompanhava seu dono de casa para a estação, de manhã, e da estação para casa, no fim da tarde, continuou a esperá-lo no lugar de costume, depois da morte dele, durante dez anos. Casos como esse levantam uma questão: os bichos também sentem saudade?

Segundo a veterinária Rita Ericson, da Vet Clinic, a saudade é um sentimento humano, mas exemplos como o de Hachiko são mais comuns do que se imagina. “Os bichos, em especial os cães, sofrem com a ausência do dono e até de outro animal com o qual estavam acostumados a conviver”, diz ela.

Veja o trailer oficial do filme ‘Sempre ao seu lado’

De acordo com Rita, especializada em comportamento animal, o sofrimento se manifesta não só em casos de morte, mas também quando o dono ou o outro bicho fica muito tempo longe. Mas é preciso ter cuidado para não confundir a tristeza com ansiedade de separação, um mal comum entre animais que passam muito tempo sozinhos. “O melhor que alguém pode fazer por um bicho triste ou ansioso é oferecer atividades físicas, como passeios e adestramento, além de brinquedos interativos”, explica a veterinária.

Sintomas

Identificar os sintomas da ansiedade de separação é fácil: o animal se lambe em excesso, costuma roer as unhas e pode até morder as próprias patas, causando ferimentos. “Latidos constantes assim que o dono sai de casa, destruição de objetos e coco no meio da sala também são indícios desse distúrbio”, garante Rita.

No caso da morte do dono, o ideal é que o animal fique com alguém que goste dele e com quem já tenha laços. Terapias alternativas como o uso de florais, sob a supervisão de um veterinário, podem ajudar a resolver o problema, assim como misturar frango desfiado à ração ou oferecer outro alimento preferido do bichinho funciona em casos de perda de apetite. “Os animais são diferentes entre si, mas, de modo geral, têm grande capacidade de adaptação e se recuperam relativamente rápido”, assegura Rita.

Fonte: GNT

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Projeto de lei quer abatimento de gastos com veterinário no Imposto de Renda

Para desestimular o abandono de animais pelos donos que não têm condições de lhes oferecer um tratamento de sáude adequado, um projeto de lei que está sendo analisado pela Câmara propõe que as despesas veterinárias comprovadas documentalmente  possam ser incluídas na Declaração de IR de seus donos.

Achei o mesmo muito interessante, já que as depesas com cuidados médicos com bichinhos realmente pesam no bolso de quem possui e trata bem seus animais de estimação.

Quem tiver interesse em ler o projeto de lei PL-6631/2009 na íntegra, pode acessá-lo na íntegra ao clicar aqui. Além disso, é possível acompanhar sua tramitação via Internet neste link.

Vamos torcer para que o mesmo seja aprovado o mais rápido possível!

sábado, 6 de fevereiro de 2010

O primeiro animal da casa (via Casa e Jardim)

Como escolher a raça, o que comprar para receber o pet, o que mudará na sua vida depois dele. Casa e Jardim elaborou um guia completo para quem quer adotar o primeiro animal de estimação.

Desde o casamento, o sonho do casal Mariliz Branco Ribeiro e Thiago Barsotti era ter um cachorro de grande porte, só que a falta de espaço inviabilizava a adoção. Quando Maria Clara nasceu, há três anos, decidiram que era a hora de trocar o apartamento pequeno por uma casa com direito a quintal e um pequeno jardim. Um mês depois da mudança, Liz, como é chamada, soube que uma excelente criadora estava doando um de seus cães da raça golden retriever. Sem pensar duas vezes – nem consultar o marido –, ela disse sim a um macho adulto, supostamente carente e hiperativo e que nunca havia sido adestrado.

A adoção do animal de 40 kg, que poderia muito bem ter se transformado em uma comédia tragicômica aos moldes do filme “Marley e Eu”, deu certo. “O Budder é doce, obediente, carinhoso e fiel. Dorme no nosso quarto e é um grande companheiro para minha filha”, diz Liz. O cachorro se acostumou rápido com os hábitos da casa e com as pessoas. “É mais do que um sonho realizado, é como se eu tivesse um outro bebê gigante e dourado.”


“Adotar um animal adulto é mais difícil, pois a fase de adaptação se torna mais longa, mas é perfeitamente possível”, explica a veterinária Rúbia Burnier, especialista em comportamento animal. “Ainda assim é necessário observar quais são as condições em que o animal viverá e qual é o perfil adequado à família. Só assim é possível fazer a escolha certa entre gato ou cachorro e até mesmo entre as várias raças dos cães”, completa.

Algumas adaptações tiveram que ser feitas na casa da família. Plantas tóxicas (saiba quais são) foram replantadas fora do alcance, o sofá foi forrado com um tecido resistente e o antigo lavabo virou um depósito a prova de cachorro. "Também mudei a localização de alguns móveis, para que Buddy tivesse mais espaço e não derrubasse objetos", conta sua dona. Por conta de todas essas mudanças, necessárias para acomodar o novo morador da melhor maneira e sem perigo, é preciso pensar bem antes de se responsabilizar pelo animal.

Será que eu estou preparado?

A dúvida de quando e qual animal adquirir é mais comum do que se imagina. Moema Feitosa, médica, é um exemplo clássico disso. Casada há 17 anos, tem dúvidas se deve ceder às investidas de seu filho de 8. “Ele diz: já que não demos um irmão, poderíamos pelo menos dar um cachorro”, conta. “A responsabilidade na criação é sempre dos adultos, embora a criança deva participar desse processo”, explica Rúbia. Vale lembrar que escolher um pet é muito mais fácil do que cuidar dele. Há despesas com alimentação e veterinário, além do tempo que deve ser gasto diariamente com o animal para que ele não fique deprimido. “Cães não devem passar mais que 4 horas sozinhos, pois são animais sociais. Os gatos são mais independentes, territorialistas, opção certeira para quem passa mais tempo fora de casa.”

É necessário que o adotante esteja disposto a abdicar de algumas coisas ao optar por um amigo bicho. Se alguma resposta às perguntas abaixo for não, repense. Talvez não seja o melhor momento para tamanha responsabilidade.


- Alguns animais de estimação vivem até 15 ou 18 anos. Você pretende cuidar dele até o fim de sua vida?
- Novos ambientes deixam filhotes ansiosos e estressados, por isso choram à noite. Ok para você perder algumas horas de sono?
- Pode haver algum deslize e o xixi, que deveria estar no quintal, vai parar no seu tapete preferido (saiba como evitar comportamentos inadequados). Está disposto a ensinar novamente que ali não é o lugar certo?
- Os meses de dezembro e janeiro são considerados os mais críticos quanto ao abandono de animais na rua, pois é época de férias e nem sempre dá para levá-los junto. Você gastaria um dinheiro extra para hospedar seu pet em um hotel para animais?
- Assim como nós, os animais estão suscetíveis a algumas doenças. Você pagaria uma conta mais salgada no veterinário caso o bichinho precise?

Se todas as suas respostas forem sim, acesse, abaixo, as nossas dicas - tem até um teste que diz se a sua personalidade corresponde a de um cachorro ou de um gato. Provavelmente em breve você será o mais novo “dono de primeira viagem”.

Faça o teste para saber qual o animal ideal para o seu estilo de vida clicando aqui

Fonte: Casa e Jardim

domingo, 24 de janeiro de 2010

Dois brasileiros na África do Sul e Swazilandia: um relato dos melhores momentos de três safáris

Trago hoje um post escrito por minha cunhada, que teve o privilégio de passar as férias com o meu irmão na África do Sul e apreciar as maravilhas da diversidade da fauna local. Para quem gosta de bicho, deve realmente ser emocionante ficar tão perto de animais selvagens em passeios como os que eles fizeram, não é mesmo? Enfim, deliciem-se com as fotos e os detalhes das aventuras deles em terras africanas!

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Meu marido e eu tivemos a oportunidade única de conhecer a África do Sul e a Swazilandia em nossas últimas férias. Além de paisagens maravilhosas e uma diversidade cultural, um dos pontos altos da viagem foi a realização de três safáris, dois diurnos e um noturno.




O grande lance dos safáris é encontrar os "Big Five" (leão, leopardo, rinoceronte, búfalo e elefante). Nesse sentido, fomos muito sortudos, pois dos cinco, conseguimos ver quatro, faltando só o leopardo.

O primeiro safári diurno foi na reserva do Zulu Nyala Game Lodge. Não há leões nessa reserva, mas de cara fomos brindados com a mamãe rinoceronte amamentando seu bebê. Emocionante! O bebê precisa se deitar para mamar, pois senão machuca a mãe com seu “pequeno” chifre. Nesse safári, também pudemos ver girafas, e uma família de javalis.



Zebras, nyalas, impalas e waterbucks fazem parte do cenário! São tantos que nós meio que nos acostumamos com sua presença, depois de um tempo. Os impalas são conhecidos como o MacDonald’s da floresta, pois além de serem numerosos servem de alimento para diferentes predadores tais como o leão, o leopardo... e têm um M desenhado em sua parte traseira.



Nosso segundo safári aconteceu no Kruger Park, a maior reserva ambiental da África do Sul. Podemos nos considerar muito sortudos, logo no início, avistamos um casal de leões na beira da estrada. São animais majestosos e logo compreendemos porque o leão é considerado o rei da floresta.



Mais a frente, um rinoceronte enorme cruzou o caminho do nosso jipe! Tínhamos visto a mãe e o filhote de longe, mas naquele momento foi possível ter a dimensão do tamanho desse animal!



Nesse dia, estávamos com sorte! Vimos elefantes, babuínos e búfalos, além de muitas zebras, impalas e waterbucks! Parecia o dia das mães porque vimos uma elefanta com seus dois filhotinhos! Lindo!


Os búfalos, por sua vez, parecem mansos e alheios a tudo. Mas é só impressão! Quando se sentem ameaçados, são letais e atacam em grupo. Por isso, o silêncio tinha que ser total!  O que não foi nenhum problema, já que nos faltavam palavras pra descrever a situação e a emoção!


Um grupo de babuínos passou por nós. Mais uma vez tivemos que esperar todo o grupo passar. Vimos o chefão, filhotes e fêmeas carregando seus filhotes pendurados na barriga ou em suas costas. Os babuínos do Kruger Park não pedem comida, pois não estão acostumados a isso. Assim não se aproximam do jipe, mantendo uma distância segura e nos observando atentamente.

Nosso último safári (noturno) foi na Swazilandia. Era nossa última esperança de ver um leopardo e fechar os "Big Five".

Infelizmente isso não aconteceu, mas valeu cada minuto! Essa foi a nossa oportunidade de descer do jipe, o que não era permitido nos safáris anteriores. Primeiro, paramos perto de um rio, onde se encontrava um grupo de hipopótamos. O ranger, que vai armado com um rifle, nos explicou que teríamos que fazer uma fila indiana atrás dele para nos aproximarmos da beira do rio. Alertou que se ele mandasse voltar, nós teríamos que fazê-lo sem questionar, em silêncio e sem correr para o jipe. Quando nos aproximamos, um hipopótamo emitiu um ruído assustador. O ranger nos explicou que era um aviso do animal para informar que estava ciente de nossa presença. Ficamos parados à beira do rio, extasiados com a visão. De repente, um hipopótamo surge a nossa frente, emergindo do rio. Ele havia andado no fundo (hipopótamos não sabem nadar) e surgido do nada! O ranger gritou: "Go! Go! Go!"

Confesso que demorei um pouco para processar a mensagem, mas saí andando depressa, tentando não correr, conforme instruções. Mas ainda consegui bater uma foto!


Nesse safári, tive a oportunidade de exercer todo o meu autocontrole. No meio do breu, percebi uma mancha diferente em meu casaco. Na dúvida, peguei a máquina fotográfica e bati uma foto. O flash me mostrou um besouro enorme, do tipo escaravelho, com chifrinho e tudo (veja foto acima). Calmamente, comuniquei ao grupo: pessoal,  tem um bicho enorme no meu casaco! A mulherada começou a se inquietar, mas não podiam gritar. Meu marido, então, iluminou com a lanterna o casaco e retirou o besouro, devolvendo-o ao mato! Fiquei orgulhosa do meu autocontrole! Sem escândalos!

Os safáris foram experiências ímpares. Ver os animais em seus habitats naturais é inesquecível. Acho que os zoológicos perderam a graça, pelo menos por enquanto.

Andrea Ribeiro

Soneca de domingo... Zzzzz...

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Bichos jogam futebol para promover a Copa de 2010 na África do Sul

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Triste: Lista dos 10 animais mais ameaçados de extinção

1- Tigre: Novos levantamentos indicam que existem menos de 3,2 mil tigres na natureza. Hoje, só restam apenas 7% do habitat natural destes animais. O extermínio dos tigres também está ligado à falta de informação. Em muitas partes da Ásia, eles são caçados porque partes do seu corpo são consideradas medicinais.

2 - Urso polar: O urso polar se tornou o principal símbolo dos animais que perdem seu habitat natural devido ao aquecimento global. A elevação da temperatura no Ártico é uma das principais ameaças aos ursos, assim como os petroleiros e os derramamentos de óleo na região.

3 - Morsas: Os mais novos animais a entrarem para a lista dos ameaçados, as morsas também são diretamente afetadas pelo aquecimento global. Em setembro, 200 morsas foram encontradas mortas nas praias do Alasca. Com o derretimento das geleiras, os animais estão ficando sem comida.

4- Pinguim de Magellanic: O aquecimento das correntes marítimas tem forçado os pinguins a nadarem cada vez mais longe para achar comida. Não à toa, os bichinhos têm aparecido nas praias do Rio de Janeiro, muitas vezes magros demais ou muito doentes. Doze das 17 espécies de pinguins estão ameaçadas pelo aquecimento global.

5- Tartaruga-gigante: Também conhecida tartaruga-de-couro, elas são um dos maiores répteis do planeta, chegando a pesar 700 quilos, e existem há mais de 100 milhões de anos. Porém, estimativas de cientistas mostram que há apenas 2,3 mil fêmeas no Oceano Pacífico, seu habitat natural. O aumento das temperaturas, a pesca e a poluição têm ameaçado a procriação destes bichos.

6 - Atum Bluefin: Um dos ingredientes principais do sushi de boa qualidade, o atum encontrado nos oceanos Atlântico e Mediterrâneo está sendo extinto por causa da pesca predatória. Uma proibição temporária da pesca desta espécie de atum, segundo cientistas, ajudaria a população dos peixes a voltar a um equilíbrio. Segundo o WWF, a população pode proteger estes animais diminuindo a ingestão do peixe.

7- Gorila-das-montanhas: Famosos depois do filme "Nas montanhas dos gorilas", estrelado por Sigourney Weaver, os gorilas podem deixar de existir na próxima década. Existem apenas 720 animais vivendo nas florestas da África, e outros 200 no Parque Nacional de Virunga, a maior área de preservação desta espécie.

8 - Borboleta Imperial: As temperaturas extremas são a principal ameaça destas borboletas, que todo ano cruzam os Estados Unidos em busca do calor mexicano. Elas vivem em florestas de pinheiros, área cada vez mais ameaçada pelo aquecimento global e urbanização crescente.

9 - Rinoceronte de Java: Existem apenas 60 destes rinocerontes em seus habitat natural. Por ser usado na medicina tradicional asiática, costuma ser caçado de forma predatória. A expansão das plantações também tem acabado com as florestas que abrigam a espécie. Mês passado, pesquisadores usaram cães de caça para rastrear os rinocerontes no Vietnã. O país, antes o habitat dos rinocerontes, abriga apenas 12 animais no momento.

10 - Panda: Restam apenas 1,6 mil pandas na natureza, de acordo com o WWF. Eles vivem nas florestas da China, que estão cada vez mais ameaçadas pelo crescimento das cidades chinesas. Existe mais de 20 áreas de proteção ambiental no país para proteger estes animais. Metade dos pandas vive hoje em áreas protegidas ou em zoológicos.

Fonte: O Globo

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Dicas para cuidar do seu bichinho de estimação no verão


O verão chegou pra valer no final do ano e as altas temperaturas predominam em todo o Brasil. Assim como precisamos tomar cuidados extras com a nossa saúde nesta época, nossos animaizinhos também merecem uma atenção especial, pois também costumam sofrer bastante com o calor.

A seguir, você encontra algumas dicas para colocar em prática com seu pet neste verão:

1) Nunca deixe seu bichinho trancado dentro do carro, seja em viagens ou em saídas para o passeio ou para o veterinário: sob o sol, a temperatura no interior do carro pode superar os 50 graus mesmo com as janelas abertas, o que pode ser fatal para o seu animal de estimação.

2) Se você tem um cachorrinho ou um gatinho que sai de casa para dar uma volta diária em sua companhia para aproveitar os dias mais longos e ensolarados do verão, mantenha-o na coleira durante todo o tempo em que ele estiver na rua: Isso irá prevenir não só os mais diversos tipos acidentes, como também impedirá que ele se perca e acabe passando fome e sede nas ruas.

3) Água por todos os lados: espalhe vários potes com água pelo interior da casa ou pelo quintal e faça várias reposições ao longo do dia.

4) Não deixe que seu pet se canse demais: bichinhos de estimação (principalmente filhotes) adoram brincar e, por vezes, se exercitar. Mas, no verão, não puxe muito por eles. Estimule brincadeiras com duração mais curta e deixe que descansem para evitar que cheguem à exaustão.

5) Providencie um lugar fresco para seu animal: mesmo que seu bichinho passe a maior parte do tempo no quintal, providencie um local à sombra e arejado para que ele possa descansar. Sol e calor em excesso causam insolação, desidratação, problemas de coração e até mesmo câncer de pele ao longo dos anos.

Viu como é simples garantir o bem-estar do seu animalzinho nos dias de verão?

Aguarde mais novidades, porque, em breve, traremos também dicas para viajar com segurança com seu pet durante as férias!


quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Não é a mamãe!!!


terça-feira, 10 de novembro de 2009

De olho no termômetro: golpe de calor pode ser fatal para os animais

O verão ainda não chegou, mas o sol forte em plena primavera dá uma ideia de como será a estação mais quente do ano. Para os bichos, temperaturas que podem atingir ou ultrapassar a marca de 40 graus também causam desconforto. Segundo a veterinária Alessandra Seixas Martins, da Black-Tie, há casos em que um golpe de calor é fatal. “Na prática, qualquer animal pode sofrer um golpe de calor, independentemente da raça”, diz ela.

De acordo com a profissional, passear com o cachorro em horários de sol intenso, deixar o bicho no carro enquanto vai resolver alguma coisa ou manter o animal preso em um espaço da casa com pouca circulação de ar são algumas das falhas mais comuns cometidas pelos donos. “Outro erro frequente é a pessoa sair para andar de bicicleta e levar o cachorro na coleira, a pé. Além dos males provocados pelo calor, isso causa lesões articulares no animal”, afirma Alessandra.

Entre os sintomas de um golpe de calor estão respiração ofegante, salivação intensa, olhar confuso, desidratação e até convulsão. Caso o dono encontre seu melhor amigo passando mal, o primeiro passo é refrescá-lo aos poucos, passando água fria na barriga, nas patas e na cabeça. Depois, é correr para o veterinário.

Mas, antes que o problema se manifeste, vale a pena ficar de olho, já que a prevenção envolve medidas simples. Manter o animal em um lugar arejado e com sombra, não colocar a vasilha de água sob o sol e tosar bichos mais peludos funcionam bem. “Em casos extremos, deixar um ventilador ligado pode ajudar”, ensina Alessandra.

Fonte: Site do GNT

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Já conhece o Tamagotchi do século XXI?

Agora, mesmo quem não tem espaço nem muito tempo pra dedicar a um cachorro ou a um gatinho, poderá adotar um animal de estimação: a Sony lançou no final de outubro o Eyepet, uma versão "modernosa" do antigo Tamagochi. Trata-se de um bichinho fofinho e peludo que precisa ser alimentado, gosta de ganhar carinho, de passear... Mas que é 100% virtual.



A novidade é, na realidade, um game do Playstation 3 que possibilita total interação do dono com o seu pet, que é um híbrido de cachorro, gato e macaco. A criaturinha brinca como outros bichos e aprende de acordo com as tarefas diárias que lhe são ensinadas pelo seu humano. Além disso, pula, rola, sente cócegas e faz várias outras gracinhas como animais de verdade.



Uma ótima opção para os pais que querem agradar os filhos sem ter que se preocupar com os cuidados que um animal exige e sem desembolsar muito (o Eyepet custa a partir de R$60,00).

É claro que temos que considerar que o Eyepet é um excelente avanço em comparação com o primitivo Tamagochi, que foi uma febre em todo o mundo há cerca de uma década. Mas, cá pra nós: NUNCA a tecnologia conseguirá efetivamente substituir o companheirismo e o maravilhoso convívio entre os humanos de animais de carne osso. Disso eu tenho absoluta certeza!

Quer ver como funciona o Eyepet? Assista o vídeo abaixo: